Campo de busca do ChatGPT com a pergunta: Quanto eu economizei usando IA?

Voltar

IA sem estratégia: sua empresa usa, mas não sabe quanto ganha

Tempo de leitura: 0 min

Tecnologia

IA sem estratégia: sua empresa usa, mas não sabe quanto ganha

80% das empresas brasileiras usam IA, mas 88% não sabem o retorno, aponta estudo MIT Sloan Review Brasil/TOTVS. Veja como transformar IA em lucro.

Conteúdo escrito parcialmente por um humano

Conteúdo por:

Rafa Vaz

Diretor de Estruturas Digitais

Compartilhe este artigo:

Ícone do LinkedIn
Ícone do WhatsApp
Ícone do Twitter
Ícone do Facebook
Ícone do Email
Campo de busca do ChatGPT com a pergunta: Quanto eu economizei usando IA?

Imagem: Nidus Marketing

Na última reunião de diretoria, alguém provavelmente disse que a empresa "já usa IA". O marketing escreve legendas com o ChatGPT e o comercial resume reuniões com outra ferramenta. Parece avanço.

Aí vem a pergunta que ninguém gosta de responder: quanto isso trouxe de dinheiro para a empresa?

Silêncio na sala. E você não está sozinho nisso.

Um estudo da MIT Sloan Management Review Brasil, encomendado pela TOTVS e divulgado em outubro de 2026, ouviu 583 profissionais de empresas de diferentes portes, setores e regiões. O retrato é direto: 80% das organizações testam ou usam IA de alguma forma, mas só 7% levaram a tecnologia ao centro do negócio.

Por que a IA ainda não dá retorno na maioria das empresas?

A inteligência artificial só gera retorno financeiro quando entra nos processos que fazem a empresa vender, atender e entregar. Usada de forma solta, por iniciativa de cada funcionário, ela agiliza tarefas individuais, mas não muda o resultado do negócio. Por isso a maioria das empresas usa IA e não consegue dizer quanto ganha com ela.

O estudo mostra o tamanho do descontrole: 86% das empresas não medem quanto gastam com IA, e 88% não sabem qual retorno financeiro obtêm com a tecnologia. Em 40% das companhias, as iniciativas andam sem nenhuma coordenação entre os departamentos.

IA sem medição é como frota sem controle de diesel

Imagine uma transportadora que compra cinco caminhões novos e nunca anota quanto cada um gasta de diesel nem quanto cada viagem rende. Os caminhões rodam. O movimento aparece. Mas no fim do mês ninguém sabe se a frota deu lucro ou prejuízo.

É assim que boa parte das empresas está usando IA hoje. Tem ferramenta rodando e assinatura paga todo mês. Só não tem conta fechada.

Quando o caixa aperta, gasto sem retorno medido é o primeiro a ser cortado.

O que as empresas que lucram com IA fazem diferente

Os 7% que chegaram ao centro do negócio não usam ferramentas melhores. Eles tratam IA como projeto de negócio, com um responsável e uma meta em número. Isso passa por:

  • Processo antes da ferramenta: identificar onde a empresa perde dinheiro hoje, como um atendimento lento ou um follow-up (retorno ao cliente) esquecido, e só depois escolher a IA.

  • Integração com os dados da empresa: a IA precisa conversar com o CRM (sistema de gestão de clientes) e com o ERP (sistema de gestão da empresa). Pelo estudo, só 8% das empresas integram IA de forma ampla ao ERP.

  • Custo e retorno medidos desde o primeiro dia: quanto a empresa paga, quantas horas economiza e quantas vendas a mais fecha. É assim que se calcula o ROI (retorno sobre o investimento).

  • Pessoas preparadas: 37% dos profissionais dizem não saber usar as ferramentas corretamente, e só 7% das empresas oferecem treinamento estruturado para todos.

  • Regras claras: apenas 14% das empresas têm uma política formal de governança de IA (as regras sobre quem usa o quê e com quais dados).

Agentes de IA estão chegando antes das regras

O próximo passo do mercado são os agentes de IA, ferramentas que executam tarefas sozinhas, como atender um lead (potencial cliente) ou atualizar um pedido.

Segundo pesquisa do Gartner com mais de 2 mil CIOs e executivos de tecnologia, apresentada em outubro de 2026, 71% das organizações esperam implantar IA agêntica nos próximos 12 meses, mas só 21% têm hoje capacidade de governança para isso.

Ou seja, a maioria vai colocar a IA para agir em nome da empresa antes de saber controlar o que ela faz.

Por que um parceiro especializado acelera o resultado da IA

O estudo da MIT Sloan Management Review Brasil traz um dado que diz muito: empresas que inovam com parceiros externos têm índice de maturidade em IA 41% superior ao das que tentam avançar sozinhas.

Quem está dentro da operação raramente tem tempo para mapear processos e integrar sistemas enquanto precisa bater meta. Um parceiro especializado traz método, enxerga gargalos que o time já normalizou e conecta a IA ao que pesa no resultado: vendas, custo e tempo de resposta ao cliente.

A diferença entre as empresas já não está em usar ou não usar IA. Está em saber o que ela entrega.

Se amanhã o seu conselho perguntasse quanto a IA rendeu para a empresa este ano, você teria a resposta?

Quer entender como a Nidus pode te ajudar a transformar IA em resultado para a sua empresa?

Fale conosco agora mesmo e receba um diagnóstico da sua empresa: clique aqui.

Banner promocional
Banner promocional